Camisas de futebol: evolução tecnológica

O clima é de Copa do Mundo. E nos bastidores das partidas estão os uniformes das equipes. Coloridas, leves e cada vez mais bonitas, as camisas de futebol experimentam um status de importância única no futebol moderno. A cara e a história da equipe estão ali, em uniformes que mudam de temporada para temporada. A evolução do material utilizado pelos craques, no entanto, é uma verdadeira aula de avanço tecnológico.

No começo as camisas de futebol eram feitas de tecido de algodão, que é diferente da malha de algodão. As camisas eram pesadas e não existia a preocupação com a performance esportiva. A malha de algodão chegou ao esporte nos anos 30. É um tecido com toque mais suave e com mais brilho.

Durante muitas Copas do Mundo, o algodão esteve presente nas camisas dos principais times. O grande problema neste tipo de camisa não está no visual e sim no peso extra carregado pelo atleta após minutos de suor e corrida intensa.

Do poliéster tradicional ao dry fit

A primeira camisa usada pela seleção brasileira com tecido que não era 100% algodão foi utilizada em 1986, no México. O poliéster passou a figurar na camisa das principais equipes do planeta e o peso do uniforme após o esforço físico passou a não ser mais um problema.

Mais leve, o poliéster tradicional, no entanto, era desconfortável. A sensação era de que a camisa era leve, mas o suor ficava retido. Isso foi resolvido no final dos anos 90, com a chegada da tecnologia dry fit.

As camisas com a nova tecnologia tinham como novidade a eliminação do líquido através do meio ambiente. A sensação de frescor aumentou, mas não encerrou a evolução dos uniformes. Em comparação com aquele dry fit que apareceu no final dos anos de 1990, o atual está mais leve e a passagem de ar é mais efetiva.

Com informações do Portal Terra